02 Sep

Puerto Natales: surpreenda-se com a Patagônia Chilena

puerto natales - patagônia chilena

Independente da forma como você pretende explorar a Patagônia Chilena a primeira coisa que deve ser definido é o tempo e o custo da sua viagem. Esse destino atende desde os viajantes mais aventureiros até os turistas mais exigentes. O que realmente importa é estar lá!

Eu, Mariane, sempre tive um imenso desejo de conhecer o Parque Nacional de Torres Del Paine e não hesitei em incluir alguns dos principais atrativos da Patagônia Chilena na nossa viagem para a Patagônia Argentina. Contudo, o pouco tempo que havia disponibilizado para a região não permitiria fazer tudo o que havíamos planejado. Diante isso, precisei analisar alternativas para conseguir cumprir com o cronograma inicial.

O que parecia difícil e impossível foi totalmente esclarecido e solucionado pelo Blog Viaje na Viagem. Então, o que nos restou foi utilizar da mesma artimanha e curtir a viagem dentro da nossa disponibilidade e do nosso orçamento.

puerto natales - patagônia chilena

O QUE FIZEMOS

Pensando no melhor custo X benefício, optamos por partir de El Calafate de ônibus para Puerto Natales com a empresa Cootra por CLP 27 000 (pesos chilenos) trecho/pessoa e utilizar essa pequena cidade como base para explorar o que realmente nos interessava, ou seja, o Parque Nacional de Torres Del Paine e os Glaciares Balmaceda e Serrano.

A passagem pode ser adquirida no terminal rodoviário de El Calafate ou com a agência de turismo local Tour Express através de contato por e-mail e pagamento por depósito bancário. Nós fizemos o depósito com a agência e retiramos as passagens na rodoviária.

A viagem, 290 Km, é tranqüila e as estradas apresentam ótima infraestrutura, mas um pouco longa e cansativa (aproximadamente 7 horas) em decorrência dos trâmites nas aduanas Argentina e Chilena.

QUANTO TEMPO

Reservamos 4 dias para a Patagônia Chilena, sendo:

1° Dia: El Calafate – Puerto Natales

2° Dia: Puerto Natales – Excursão ao Parque Nacional Torres Del Paine

3° Dia: Puerto Natales – Navegação pelos Glaciares Balmaceda e Serrano

4° Dia: Puerto Natales – El Calafate

O único ponto negativo foi não ter dado tempo de fazer o trekking até a base da Torre.

puerto natales - patagônia chilena

HOSPEDAGEM

Através do Booking analisamos as indicações e reservamos a Casa Lucy. A Casa Lucy é um Bed & Breakfastque tornou nossa primeira experiência nesse sistema de hospedagem super agradável. Gostamos tanto que iremos utilizar em outras oportunidades.

Pontos Positivos: Lucy foi muito atenciosa e receptiva, nos deixou super a vontade e nos deu todas as informações necessárias para conhecer a cidade, como também, se preocupou com o horário do café da manhã para ser servido de acordo com o horário previsto para a saída de cada passeio. Diferente de outras cidades da patagônia, o café da manhã tinha uma boa variedade e diversidade com suco de frutas, frutas, café, leite, yogurte, pães, frios e bolo.

Pontos Negativos: Não está muito próximo do centro, aproximadamente 10 – 15 minutos de caminhada. Mas, o serviço de taxi é indispensável. Utilizamos somente rodoviária – Casa Lucy e Casa Lucy/Rodoviária por conta da nossa bagagem.

AGÊNCIA DE TURISMO

Por indicação do Ricardo Freire utilizamos a agência Tour Express para duas excursões: Tour Torres Del Paine e Navegação pelos Glaciares Balmaceda e Serrano. Todo contato, reservas e pagamentos foram realizados por e-mail e depósito bancário. Aprovamos e, também, indicamos a empresa!

puerto natales - patagônia chilena

CONCLUSÕES GERAIS

Nossa estadia em Puerto Natales supriu nossa real necessidade de fazer um turismo com comodidade e conhecer o que realmente havíamos programado. Puerto Natales por si só é uma cidade sem grandes atrações, mas como cidade base para o Parque Nacional de Torres Del Paine é a melhor alternativa para os turistas que não gostam de acampar e procuram hospedagens mais econômica aos hotéis Tierra Patagônia Hotel & Spa ou o Explora Patagônia Hotel & Spa 

Categorias: América do Sul, Chile, Patagônia, Puerto Natales
12 Aug

El Chaltén: 2 dias de aventura e paisagens deslumbrantes

A grande responsável pela inclusão da cidade de El Chaltén na nossa viagem a Patagônia foi a Carolina Rodrigues do Blog Dicas e Roteiros de Viagens. Nada melhor do que ótimas dicas e fotos maravilhosas de um viajante que já se rendeu as aventuras de El Chaltén concordam?

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HOSPEDAGEM

Mais uma vez o Booking.com foi o responsável pela nossa reserva do hotel e depois de algumas indicações e análise do custo x benefício escolhemos a Hosteria Koonek.

Pontos Positivos: localização, atendimento e a cordialidade dos funcionários em nos orientar e facilitar nosso receptivo (transfer hotel – rodoviária/transfer hotel – hosterial El pilar/taxis), flexibilidade no horário do café da manhã, quarto amplo e banheiro limpo.

Pontos Negativos: Cama de casal muito pequena e barulhenta.

COMO CHEGAMOS

Compramos uma passagem de ônibus de El Calafate para El Chaltén com a Cal Tur, ARG$ 280,00 ida e volta por pessoa, em uma agência de turismo na Avenida Libertador San Martín com 3 dias de antecedência. A empresa oferece saídas diárias em três horários. Nós optamos pelo horário das 18:30 hrs e a escolha não poderia ter sido melhor, pois conseguimos aproveitar o dia em El Calafate e ainda fomos surpreendidos por um pôr-do-sol maravilhoso durante todo o trajeto com o monte Fitz Roy ao fundo, inesquecível!

A Chalten Travel é outra companhia de ônibus que realiza esse mesmo trajeto, mas esse ônibus é de linha e não oferece nenhum conforto para uma viagem com 3 hrs de duração. Por isso optamos pela Cal Tur que oferece assentos mais confortáveis e ar condicionado.

OBSERVAÇÃO: Compre a passagem com antecedência, já que a procura é muito grande e mesmo com ônibus extras há a possibilidade de não conseguir o trecho. Outra opção para aqueles que já gostam de viajar com tudo organizado é adquirir as passagens pela Plataforma 10. O site é seguro e aceita pagamento com cartão de crédito.

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DESCRITIVO DO ROTEIRO

1° Dia: Trekking Laguna Los Tres

Sem sombra de dúvidas esse foi o maior desafio durante toda a nossa viagem a patagônia e independente da aquisição dos equipamentos adequados e o preparo físico e emocional (rsrsrs) antes da realização do percurso, qualquer tentativa passava longe de criar uma situação próxima da realidade de um trekking com essas mesmas características, sendo um trajeto longo e com alto grau de dificuldade isso já estávamos cientes e cansados de saber, mas vivenciar essa aventura foi ao mesmo tempo e na mesma proporção desgastante e motivador, no qual esse equilíbrio nos deu a seguinte lição: sempre podemos e somos capazes de fazer e realizar tudo aquilo que almejamos.

A Dona da Hosteria Koonek nos orientou a utilizar o serviço de van do centro a Hosteria El Pilar, já que a distância de 14 Km não era tão atraente e reduziria o rendimento no que realmente compensava. Seguimos o conselho e compramos nossa passagem por ARG$ 60,00 ida/pessoa. Para os mais condicionados e corajosos o percurso pode ser realizado a pé.

Partindo da Hosteria El Pilar seguimos aproximadamente 6 Km, cerca de 1:30 hrs, para o mirador Glaciar Piedras Blancas. Consideramos todo o percurso com fácil acesso, boa estrutura para ser transitado, mas em alguns trechos faltou sinalização. Nada que outros viajantes não te ajudem pelo caminho (rsrsrs). Demos continuidade até passar pelo Acampamento Poincenot e nos demos conta que o maior trajeto já havia sido percorrido, mas que o pior trecho ainda nos aguardava. Há poucos metros do acampamento já iniciaríamos o trecho final do trekking e não imaginávamos o que nos aguardava um intenso trecho de subida íngreme. Mas, não era qualquer subidinha (rsrsrs) Era subida que não acabava mais. O tempo ainda não ajudava para motivar porque está tudo coberto por nuvens e não conseguíamos ver nem a pontinha do Fitz Roy. Esse trecho é muito exaustivo porque exige muito do condicionamento físico, mas o Parque Nacional Los Glaciares trabalhou com uma estrutura de escadas feitas em pedras para auxiliar e dar mais segurança aos “trilheiros”. Essa grande subida durou cerca de 2:30 hrs, já somados aos períodos de pausas para descanso e fotos.

Além do desgaste físico fomos surpreendidos com um desgaste emocional inesperado… Concluir nossa missão e não conseguir visualizar o monte Fitz Roy. O jeito foi fazer aquela pausa para lanche e esperar o tempo mudar. Permanecemos cerca de 2 hrs esperando o tempo limpar sob vento forte, mas a paisagem privilegiada foi mais que recompensadora.

“Fitz Roy”, na linguagem dos índios Telhuelches significa “Montanha que fuma”.

Depois de apreciar a vista deslumbrante do local nos preparamos para a descida que foi outra surpresa (rsrsrs). O trajeto, também, tinha 12,5 Km e demoraria certa de 4:30 hrs até o vilarejo de El Chaltén.

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Retornamos pelo Trekking Laguna de Los Tres que passa pela Laguna Capri e pelo Rio Las Vueltas, mas o percurso também era com alto grau de dificuldade e os longos trechos de descida foram sofridos para nossos joelhos. Por isso, não esqueçam seus bastonetes de trekking ou alugem.

Concluímos todo o trekking com a parada para fotos e almoço em 10 horas e foi tempo suficiente para desfrutarmos das lindas paisagens e garantir ótimas recordações. Mas, lembrem-se o percurso é longo e cansativo por isso é importante ir preparando seu corpo com alguns meses de antecedência; não se esqueça da sua mochila com uma garrafa de água e algum lanche leve; nunca deixe lixo no local; seu corpo pediu um descanso, respeite-o; reserve o dia todo para o trekking e estude antes o trajeto a ser percorrido.

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2° Dia: Viedma Ice Trek

Fechamos o passeio em El Calafate com a agência Patagonia Aventura (http://www.patagonia-aventura.com/portugues/index.html). O passeio consiste em um trecho em ônibus até o ponto para embarque no barco, navegação pelo Lago Viedma, caminhada pela borda do glaciar viedma e um trekking de 2:30 hrs sobre a geleira com orientação e supervisão dos guias.

Há uma etapa de caminhada em rochas sem grampones que somente são colocados no momento da caminhada em cima das geleiras, na qual podemos observar fendas, fissuras e gretas formadas no Glaciar Viedma. No último instante do passeio fomos surpreendidos por uma caverna, na qual podemos apreciar um excelente licor de whisky, o Baileys.

Duração: 6 hrs.

Valor: ARG$ 730,00 por pessoa

Recomendações:

– Levar lanche, pois o valor do passeio não está incluso almoço ou lanche

– Usar roupas confortáveis, casaco impermeável, luvas, gorros e óculos de sol

– O passeio pode ser realizado com pessoas acima de 12 anos

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INDICAÇÕES DE RESTAURANTES:

– Rotisería Nipo Nino. Avenida San Martin 872. Ótimas empanadas e eles preparam várias opções de sanduiches para levar para os trekkings. Pedimos um lanche com presunto, queijo e salada e saia em torno de 18 pesos cada.

– El Muro. Vimos uma foto em um blog da lasanha de cordeiro e não teve dúvidas na nossa escolha. A lasanha serve 2 pessoas por um valor de ARG$ 88,00.

La Cervejeria. Avenida San Martin 320

Adoramos o chopp artesanal da La cervejaria, tem as opções em bock (ARG$ 30,00 a tulipa) e pilsen (ARG$ 28,00 a tulipa) e eles ainda oferecem como cortesia pipoca para petiscar enquanto você degusta o chopp.

Categorias: América do Sul, Argentina, El Chaltén, Patagônia
07 Aug

Perguntas e respostas sobre compras no Paraguai, Argentina e Uruguai

Compras no Paraguai

Dos posts mais acessados no Blog (tirando os posts sobre a Suíça) estão os sobre compras no Paraguai, compras do Duty Free Shop da Argentina, e compras em Rivera. Muitos leitores ainda têm dúvidas sobre cotas, produtos e taxas alfandegárias, então para deixar tudo explicadinho, reunimos e respondemos as dúvidas mais comuns dos nossos leitores para facilitar sua viagem e suas compras. Este post estará sempre em atualização (última atualização: 02/03/2014).

1. Posso entrar na Argentina/Paraguai/Uruguai com Carteira de Motorista?

Sim. Você pode utilizar o Passaporte, Carteira de Identidade ou a Carteira de Motorista (desde 2011)

2. É preciso declarar comprando menos do que o valor da cota?

A cota de isenção é destinada a bens considerados “bagagem acompanhada” como roupas e objetos de uso ou consumo pessoal, com limite de US$300 por pessoa, sendo a cota pessoal e intransferível, o que significa que duas ou mais pessoas não podem juntar suas cotas para aumentar o limite de uma delas ou de um terceiro, mesmo que sejam casadas, da mesma família ou amigas. Por exemplo, se um notebook custa US$600 você não pode juntar sua cota com a de outra pessoa (US$300 + US$300) para não pagar o imposto. Vai pagar 50% sobre US$300 = US$150. Somente caso tenha ultrapassado este valor deve preencher a DBA (Declaração de Bagagem Acompanhada), que é distribuída gratuitamente na alfândega brasileira e pagar o imposto devido. A cota de isenção é concedida somente uma vez a cada trinta dias. Menores, acompanhados ou não, também têm direito à cota de isenção.

3. Quero comprar mais que US$300, como faço?

Os itens considerados “bagagem acompanhada” e que excederem os limites de isenção deverão ser declarados na Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA), fornecidas na Receita Federal. Esses, se incluídos no conceito de “bagagem”, o Regime de Tributação Especial para Bagagens é aplicado (pagamento do imposto de importação de 50% sobre o valor do bem). Por exemplo, se sua compra totalizou US$500, você deve pagar 500 – 300 = 200. Aplicando 50% sobre os US$200 dá um total de US$100 de imposto.

4. O que é proibido trazer?

É proibido trazer itens com Pneus; Bens cuja quantidade, natureza ou variedade revelem intuito comercial ou uso industrial; Cigarros e bebidas fabricados no Brasil, destinados à venda exclusivamente no exterior; Substâncias entorpecentes ou drogas; Remédios; Armas e munição; Bebidas alcoólicas, fumo, cigarros e itens semelhantes, quando trazidos por viajante menor de dezoito anos; Bens ocultos com o intuito de burlar a fiscalização.

5. Qual é o valor da cota que se pode trazer do Paraguai sem pagar imposto?

A cota atual ou limite de isenção é de US$300 tanto para quem volta por via terrestre como de avião saindo de Foz. Quando a viagem de retorno for feita através do aeroporto de Ciudad del Este, o valor da cota passa a ser o de uma viagem internacional por via aérea, que é de US$500 (isso vale para qualquer viagem aérea internacional). Isso significa que se você trouxer mais que isso, deve pagar um imposto de 50% sobre o que passar deste valor.

Não entram na cota: 01 celular, 01 câmera digital, artigos de higiene, beleza, maquiagem, calçados, roupas e outros artigos de vestuário, para uso próprio, em quantidade e qualidade compatíveis com a duração e a finalidade da permanência no exterior. Ou seja, itens que caracterizem que a pessoa não comprou no Paraguai, apenas trouxe para poder viajar e cuidar da higiene e se vestir não fazem parte do que deve ser fiscalizado, desde que se caracterizem para este fim.

6. Qual o horário de funcionamento das lojas no Paraguai?

As lojas normalmente funcionam de segunda a sábado das 7:00 até as 16:00, horário do Brasil. Existem alguns shoppings que estendem um pouco mais o horário de fechamento. De domingo apenas algumas lojas abrem, normalmente apenas no período da manhã.

7. Estou em Foz do Iguaçu de carro. Posso comprar US$300 no Paraguai e depois comprar mais US$300 na Argentina em outro dia?

Não. A cota, por se tratar de viagem terrestre, fica em US$300 por pessoa para entrar no Brasil, e pode ser utilizado somente 1 vez a cada 30 dias.

8. No Duty Free Shop da Argentina podemos comprar mais de US$300 ou é igual aos do aeroporto (na volta da viagem) onde não deixam você comprar mais que US$500?

Não há limite, podes comprar o quanto quiser, o problema pode ser o retorno ao Brasil na Alfândega.

9. Posso parcelar minhas compras no cartão de crédito?

Infelizmente no exterior não há parcelamento. Lembre de habilitar para uso no exterior os cartões que fores usar. Alguns bancos solicitam que o cliente avise via Central de Atendimento ou mesmo diretamente o gerente que irá usá-lo no exterior. Isso pode evitar bloqueios dos cartões, muito comuns, como forma de proteção.

10. Dá para ir de ônibus de Foz do Iguaçu para o Paraguai e/ou Argentina?

Dá sim! Para Argentina o nome da linha é “Puerto Iguazu” e para o Paraguai é Cidad del Leste”. Para o Paraguai há ônibus no TTU (Terminal de Integração dos Ônibus)que levam até a ponte (fronteira) – nestes estão escritos “Ponte”. Para a Argentina o ônibus vai até a Aduana (fronteira), todo mundo tem que descer (para apresentar o documento), enquanto isso o ônibus fica esperando todo mundo passar para continuar a viagem. Clicando aqui você terá acesso a todos as linhas de ônibus de Foz do Iguaçu.

11. Quais lojas posso comprar sem medo no Paraguai?

Nós falamos de algumas lojas para compras no Paraguai neste post mas a Loumar Turismo fez uma seleção bem bacana de todos as lojas confiáveis :)

12. Existe aumento no preço para compras no cartão de crédito? Tanto no Paraguai quanto na Argentina?

Existe sim! A maioria das lojas cobram um acréscimo que varia de 4 a 10%

13. Comprando no Free Shop de Puerto Iguazu e pagando em Peso, tem desconto no total da nota? Vale a pena levar peso, existe mesmo esse desconto?

Isso não é verdade. O que acontece é que o câmbio praticado em Dutys Frees é a Taxa Turismo (dólar) – que é uma taxa melhor.

14. Qual moeda é melhor levar para compras no Paraguai e na Argentina?

A melhor moeda para compras no Paraguai é o Dolar. Já na Argentina é o Peso. Na argentina tem uma casa de câmbio próximo a Aduana que tem uma cotação super boa – uns 500 metros do Duty Free.

 

15. Qual a melhor forma para ir fazer compras no Paraguai e Argentina.

De carro não aconselho. Já fui algumas vezes mas não aconselho. Gosto muito do sistema Leva e Traz da Loumar Turismo – sempre pontual e super seguro. De táxi dá para ir também, mas só vale a pena se for em 3 ou 4 pessoas – na volta, acerte os valores antes da corrida e pegue taxistas credenciados! Lembre-se também que se utilizar táxi, e for combinado fazer com o taxímetro ligado, enquanto você estiver parado na fronteira, o valor da corrida vai aumentando.

16. Onde é melhor comprar dólares: no Brasil ou nas casas de cambio no Paraguai?

Melhor comprar o dólar nas casas de câmbio do Brasil – a Casa de Câmbio da Frontur no Cataratas JL Shopping, em Foz, tem uma boa cotação

17. No Free Shop aceitam Reais/débito/pesos/etc?

Sim. As formas de pagamento aceitas no Free Shop Argentina: Dólares (claro) e a moeda local, Pesos Argentinos. Aceitam também Reais, Euros, Pesos Uruguaios, Pesos Chilenos, Traveller Cheques, cartoes de dábito e de crédito (internacionais).

18. A cota para compras no duty free de puerto iguazu é independente da cota de compras no Paraguai e nas lojas de Puerto Iguazu? Ou seja, posso comprar $ 300,00 no Paraguai e Argentina e mais $ 500,00 no Duty Free?

Não. A cota é para entrada no Brasil, então se você comprar na Argentina e/ou depois no Paraguai a cota continuará US$300 dólares. A cota de US$500 é para compras do Duty Free dentro do aeroporto.

19.  Quais os limites de bebidas posso trazer?

A cota é limitada em 12 litros por pessoa.

 

Dúvidas?! Use a caixa de comentários :)

 

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